Impetus, de Esposende, cria pijama tecnológico para melhorar o sono

A fábrica têxtil Impetus, da Apúlia, Esposende, que emprega cerca de 800 pessoas, apresentou esta quarta-feira os resultados finais de dois anos de investigação e desenvolvimento, que culminaram num pijama que promete “mais e melhor sono”.

O ProtechSleep, a mais recente inovação da Impetus, firma gerida pelo empresário Alberto Queiroga Figueiredo, foi criado em parceria com a Fibrenamics e a Tecminho, da Universidade do Minho.

O jornalT, do site da Associação Portuguesa do Têxtil e do Vestuário, diz que o pijama “conjuga tecnologias como a termoregulação, a compressão direcionada e a libertação de substâncias para combater distúrbios de sono e assegurar um maior descanso durante a noite”. O produto chega ao mercado no segundo semestre de 2021. E acrescenta: É um exemplo de têxteis técnicos ao serviço do bem-estar e até da saúde dos seus utilizadores”.

O grupo Impetus “conjugou no projeto ProtechSleep uma vasta gama das suas inovações mais avançadas, criando um pijama que será capaz de combater distúrbios de sono, como as insónias, um problema que afeta uma vasta fatia da população e que tem um efeito direto na qualidade de vida”.

Os resultados do Protechsleep foram apresentados esta quarta-feira, num open day online. Ao longo de dois anos, a equipa de I&D (Investigação & Desenvolvimento) chegou a um produto final que conjuga cinco abordagens para melhorar o sono dos seus utilizadores: termorregulação, gestão de humidade, compressão direcionada, libertação de substâncias e micromassagens.

O pijama conta, no seu processo de fabrico, com algumas tecnologias inovadoras, como o seamless, estruturas têxteis tridimensionais, a conjugação de fibras como modal e elastano e a implementação de aromaterapia, com a impregnação de óleos essenciais, com substâncias ativas capazes de promover um maior relaxamento e combater o desconforto ou a dor.

O projeto é o seguimento de outros anteriores da Impetus, como o Protechdry – uma cueca inovadora para incontinência ligeira, que absorve pequenas quantidades de urina, feita em 95% de algodão, lavável e sustentável – e o Protechflow, um modelo de roupa interior «underwear» que utiliza os mesmos princípios para a gestão do período menstrual.”

Fonte: O Minho

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